... não são as mudanças genéticas que estão mais que confirmadas, não é o surgimento de novas espécies que não deixa de ser possível, mas é o fato de muitos darwinistas insistirem na vida provinda miraculosamente de um único ser, o qual se multiplicou e deu origem a tamanha variedade de animais que temos hoje.
Eles não crêem que em vários lugares surgiram a vida, e que haja mais que uma árvore da vida. Eles acham que nossa similaridade genética nos aparenta, mas não seria ela existente simplesmente por sermos seres vivos? Não seria por termos essa similaridade genética a fórmula da vida, e não o sinal de parentesco?
Os criacionistas refletem na possibilidade dos seres básicos terem saído das mãos de Deus e serem modificados após o pecado, assim como o ambiente fora modificado e as intenções humanas. As descobertas atuais da ciência não contradizem isto.
A maior briga dos criacionistas realmente não está com a biologia, mas com a geologia, pois a datação da terra por esta ainda toca na ferida de muitos cristãos.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
4-Jesus e o dia de descanso
O sábado, como já dito em outras postagens desta série, foi um dia abençoado e santificado por ter sido o dia no qual Deus descansou (Gênesis 2:1-3). Por isso ele ordenou que o homem o lembrasse e o santificasse também (Êxodo 20:8-11).
Para esclarecer um pouco mais o que não poderia se fazer no dia de sábado, Deus deixou alguns princípios para guardá-lo, como: não fazer a própria vontade, mas a de Deus (Êxodo 20:9 e Isaías 58:13); preparar-se no dia anterior [sexta-feira] para não realizar obra no sábado, incluindo a preparação de alimentos (Êxodo 16:22-30; 35:3; Marcos 15:42; Lucas 23:54). São princípios simples, mas a seguinte ordem de Deus fizeram com que os líderes judaicos se preocupassem exacerbadamente com o como guardar o sábado:
Voltando aos judeus, por medo de pisarem no mandamento do Senhor eles criaram diversos regulamentos para que o homem de Deus não quebrasse esse santo mandamento, tornando o sábado o maior fardo da fé judaica.
Jesus amava o sábado (Lucas 4:16 e 31; 13:10; Marcos 1:21; 6:2), mas não gostava da maneira que o dia santo era guardado (João 7:22-24). Por isso ele fazia questão de quebrar paradigmas gerados a respeito da guarda do mesmo. Vejamos eles:
1) O sábado não é mais importante que a misericórdia: Deixar de pensar nas necessidades de um irmão no dia de sábado é quebrar o desejo de Deus para nós (Mateus 12:1-8; Marcos 2:23-28; Lucas 6:1-5);
2) Todos os dias são dias de cura e salvação, incluindo o sábado (Mateus 12:9-13; Marcos 3:1-5; Lucas 6:6-11; 13:10-17; 14:1-6; João 5; 9:14-16; João 7:21-24);
3) O sábado foi feito para ser uma bênção para o homem, e não o homem foi feito para servir ao sábado (Marcos 2:27);
4) Jesus é dono [Senhor] do sábado, por isso ele sabe maneira correta de guardá-lo (Mateus 12:8; Marcos 2:28; Lucas 6:5).
Jesus tentava demonstrar claramente para eles que o principal problema deles não residia na guarda do sábado, mas no estado do coração, pois o mesmo não via a hipocrisia deles.
Uma certa vez (João 5), Jesus pediu para um paralítico que curara que levasse seu leito. Muitas pessoas acreditam que essa ordem de Jesus estava desabonando a guarda do sábado. Pense! O paralítico estava num lugar público, com uma grande multidão. Jesus o cura e pede para levar sua cama (leito). Muitos imaginam uma cama enorme, mas na verdade era uma esteira (veja desenho acima), inclusive, mesmo dentro das casas as pessoas dormiam com esse tipo de material. Isso é o bastante para desabonar o sábado?
No mesmo capítulo Jesus é acusado de trabalhar no sábado. Sua resposta também desabona o sábado, segundo alguns críticos:
Ao dizer que o pai trabalha sempre, Jesus estava demonstrando que a manutenção da vida não cessa com o descanso divino. Assim como o pai a mantêm Jesus também a mantêm. Mas não achamos nenhum texto que Jesus está levando uma tora de madeira no sábado, ou recebendo de algum emprego que ele acabara de realizar. Todas as obras eram para o bem, para a vida. Deste modo ele nunca deixou de trabalhar, especialmente no sábado, dia em que Deus deseja que tenhamos deleite (Isaías 58:13 e 14).
Veja que Jesus não vai contra os princípios estabelecidos por Deus para o sábado em nenhum momento, apenas confirmando a verdadeira forma e espírito que devemos lembrar e abençoar este santo dia.
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Estudo anterior: 3-Domingo é o dia do Senhor?
Próximo estudo: 5-Os apóstolos e o dia de descanso.
Para esclarecer um pouco mais o que não poderia se fazer no dia de sábado, Deus deixou alguns princípios para guardá-lo, como: não fazer a própria vontade, mas a de Deus (Êxodo 20:9 e Isaías 58:13); preparar-se no dia anterior [sexta-feira] para não realizar obra no sábado, incluindo a preparação de alimentos (Êxodo 16:22-30; 35:3; Marcos 15:42; Lucas 23:54). São princípios simples, mas a seguinte ordem de Deus fizeram com que os líderes judaicos se preocupassem exacerbadamente com o como guardar o sábado:
Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será eliminada do meio do seu povo.Talvez os líderes judaicos da época ouviram estas palavras divinas da mesma forma que o leitor deste blog ouviu, levando-o como um decreto de morte imediata. Mas não se esqueçam que Deus também tinha dito que no dia que comessem do fruto eles morreriam (Gênesis 2:17), mas eles não morreram imediatamente. Se não fosse o sangue de Cristo eles teriam sido extirpados da vida eterna, mas com Cristo eles receberam de volta a vida eterna. Desta mesma forma devemos ver este texto, pois os sabem que devem lembrar e santificar o sábado e não o fazem deliberadamente serão extirpados da vida eterna, sobrando só a morte.
Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do descanso, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do sábado fizer algum trabalho, certamente morrerá.
Êxodo 31:14 e 15
Voltando aos judeus, por medo de pisarem no mandamento do Senhor eles criaram diversos regulamentos para que o homem de Deus não quebrasse esse santo mandamento, tornando o sábado o maior fardo da fé judaica.
Jesus amava o sábado (Lucas 4:16 e 31; 13:10; Marcos 1:21; 6:2), mas não gostava da maneira que o dia santo era guardado (João 7:22-24). Por isso ele fazia questão de quebrar paradigmas gerados a respeito da guarda do mesmo. Vejamos eles:
1) O sábado não é mais importante que a misericórdia: Deixar de pensar nas necessidades de um irmão no dia de sábado é quebrar o desejo de Deus para nós (Mateus 12:1-8; Marcos 2:23-28; Lucas 6:1-5);
2) Todos os dias são dias de cura e salvação, incluindo o sábado (Mateus 12:9-13; Marcos 3:1-5; Lucas 6:6-11; 13:10-17; 14:1-6; João 5; 9:14-16; João 7:21-24);
3) O sábado foi feito para ser uma bênção para o homem, e não o homem foi feito para servir ao sábado (Marcos 2:27);
4) Jesus é dono [Senhor] do sábado, por isso ele sabe maneira correta de guardá-lo (Mateus 12:8; Marcos 2:28; Lucas 6:5).
Jesus tentava demonstrar claramente para eles que o principal problema deles não residia na guarda do sábado, mas no estado do coração, pois o mesmo não via a hipocrisia deles.
Uma certa vez (João 5), Jesus pediu para um paralítico que curara que levasse seu leito. Muitas pessoas acreditam que essa ordem de Jesus estava desabonando a guarda do sábado. Pense! O paralítico estava num lugar público, com uma grande multidão. Jesus o cura e pede para levar sua cama (leito). Muitos imaginam uma cama enorme, mas na verdade era uma esteira (veja desenho acima), inclusive, mesmo dentro das casas as pessoas dormiam com esse tipo de material. Isso é o bastante para desabonar o sábado?
No mesmo capítulo Jesus é acusado de trabalhar no sábado. Sua resposta também desabona o sábado, segundo alguns críticos:
E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.Esse texto vai de acordo com a semântica verdadeira da palavra hebraica sábado, ou seja, cessar o que se está fazendo. Este texto de forma alguma contradiz o de Gênesis 2:1-3, pois lá o descansar significa cessar, assim como nas demais partes da Bíblia, que são mau interpretadas até hoje.
João 5:17
Ao dizer que o pai trabalha sempre, Jesus estava demonstrando que a manutenção da vida não cessa com o descanso divino. Assim como o pai a mantêm Jesus também a mantêm. Mas não achamos nenhum texto que Jesus está levando uma tora de madeira no sábado, ou recebendo de algum emprego que ele acabara de realizar. Todas as obras eram para o bem, para a vida. Deste modo ele nunca deixou de trabalhar, especialmente no sábado, dia em que Deus deseja que tenhamos deleite (Isaías 58:13 e 14).
Veja que Jesus não vai contra os princípios estabelecidos por Deus para o sábado em nenhum momento, apenas confirmando a verdadeira forma e espírito que devemos lembrar e abençoar este santo dia.
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Estudo anterior: 3-Domingo é o dia do Senhor?
Próximo estudo: 5-Os apóstolos e o dia de descanso.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
3-Domingo é o dia do Senhor?
Eu fui [arrebatado] no Espírito no dia do Senhor...A Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH), seguindo o exemplo de sua antecessora, simplesmente declara em sua nota indicava para o dia do Senhor: Domingo. Ela não está só, pois o programa Glow indica uma declaração do Dicionário da Bíblia de Almeida, ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, no verbete "Dia do Senhor" declara em acordo "o domingo".
Apocalipse 1:10
Em consulta a este mesmo programa (Glow) e o mesmo indicando novamente o Dicionário da Bíblia de Almeida, vemos uma nova declaração em favor ao domingo, interessantemente no verbete "sábado":
O sétimo dia da semana, dedicado, entre os judeus, ao descanso e a adoração (Gênesis 2:2-3; Êxodo 20:8-11). A quase totalidade das igrejas cristãs guarda o DOMINGO.Detalhe, as maiúsculas em "domingo" NÃO são acréscimos meus. Há ainda outra distorção histórica que o programa aponta nesse dicionário, agora no verbete "domingo":
Primeiro dia da semana, em que se comemora a ressurreição de Jesus Cristo (João 20:1-25). Após a ascensão de Jesus, os cristãos se reuniam tanto no sétimo dia da semana (o sábado) como no primeiro (o domingo), mas aos poucos o domingo se tornou o dia de guarda (Atos 20:7; 1 Coríntios 16:2; Apocalipse 1:10).Bem, uma rápida visão nos textos citados já desfazem grande parte do texto. Em João 20:1-25 há sim a alegria de ver Jesus ressurreto, mas não há nenhum culto que ao menos lembre do sábado. Em Atos 20:7 a reunião foi feita na noite de domingo, a qual chamamos atualmente de sábado a noite. Isto, pois o dia era composto de tarde e manhã, ou como a própria Tradução da Linguagem de Hoje declara "A noite passou, e veio a manhã. Esse foi o primeiro dia." (Gênesis 1:5). O motivo da reunião também está explicado: Paulo partiria no dia seguinte. Se essa fora um exemplo de ordenança de descanso no primeiro dia, todos os atuais guardadores do domingo estão cometendo um gravíssimo erro na guarda deste dia.
I Coríntios 16:2 é ainda um texto pior para se apontar como sendo de uma reunião domingueira, pois nele não se diz nada disso. Era para a pessoa separar o que receberia nesse dia para não pensar em ajuntar esse dinheiro quando ele chegasse. Como os trabalhadores recebiam diariamente (Mateus 20:8 e 9), ele pediu que no primeiro dia de trabalho eles já separassem algo para doarem. Esse texto mais mostra a falta de guarda do domingo do que qualquer outra coisa.
Antes de ampliar a discussão sobre o domingo, gostaria de esclarecer o que significa o vocábulo domingo em sua língua original. Domingo não é uma palavra originada das línguas bíblicas, mas do latim, língua eclesiástica entre na Igreja Católica Romana. Dominicus é o original latino e significa dia do Senhor. Ou seja, está palavra não se encontra nos originais bíblicos, mas é uma tradução latina de outros vocábulos que tinham este significado.
John D. Davis, escritor do Dicionário da Bíblia da editora JUERP, defende que o termo expresso em Apocalipse 1:10 se refere ao domingo (veja o argumento no vocábulo "dia do Senhor" no dicionário, p. 157). Ele descrê das possibilidades do dia do Senhor se referir ao dia da volta de Cristo e o sábado que sempre foi declarado como do Senhor pela utilização de uma palavra que não tinha sido utilizada anteriormente no Novo Testamento, kuriaké, ou seja, dia do Senhor. Este é um motivo bom suficiente para ele descrer de toda a exegese que mostra que o sábado é o dia do Senhor (veja nosso estudo anterior, ou simplesmente os versos de Êxodo 20:10 e Mateus 12:8) e assumir que o domingo, dia em que não há nenhuma ordenança de guarda, ser considerado o dia do Senhor.
Sei que há grande ansiedade para ver na Bíblia algum motivo mais claro para a guarda do Domingo, mas não há. Os únicos motivos são o de se diferenciar dos judeus e evitar uma briga forte contra o império, este sim, um motivo claro para o início da guarda domingo como dia de descanso. Vejam este decreto de Constantino:
Cod. Justin., III.XII.3 (Corpus Juris Civilis, II. 127)Biblicamente não há evidências para declarar que o dia do Senhor de Apocalipse 1:10 se refere ao domingo. As possibilidades de colocá-lo como o dia da volta de Cristo, julgamento final ou sábado tem exegeses contribuindo, mas não para o domingo.
Constantino a Elpídio. Todos os juízes, cidadãos e artesãos descansarão no venerando dia do sol. Os camponeses poderão, porém, atender à agricultura, por ser este o dia apropriado para fazer a sementeira ou plantar vinhas, pois não se deve desperdiçar a oportunidade concedida pela divina Providência, visto ser de curta duração a estação própria. 7 de março de 321.
BETTENSON, Henry. Documentos da Igreja Cristã. São Paulo: Aste, 2001.
Sinto muito, mas essa é a verdade.
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Estudo anterior: 2-O sábado é só para os judeus?
Próximo estudo: 4-Jesus e o dia de descanso.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
2-O sábado é só para os judeus?
O pensamento de que o sábado é apenas para os judeus não é apenas dos não sabatistas, mas de muitos estudiosos judeus. Esses estudiosos acham que as leis universais pelas quais os gentios são julgados eram as da segunda tábua dos mandamentos, ou seja, a partir do 5º mandamento. Adorar outros deuses, desonrar, ter vários deuses e não guardar o sábado não fazem os povos pagãos caírem na maldição divina. Alguns outros acham que apenas a lista de abominações de Levítico 17 e 18, que estão resumidas nas proibições de Atos 15:29.
Vejam que a discussão não só fica na questão do sábado, mas em seus mandamentos também. Veja que a lei é universal (Eclesiastes 12:13; Tiago 2:8-13; I João 3:24; Apocalipse 12:17; 14:12). Mas é o sábado. Teria alguma coisa falando que ele é apenas para os judeus?
Alguns dizem que sim, através da interpretação deste texto:
Outros já vêem no texto que ordena os "filhos de Israel" a guardá-lo (Êxodo 31:16) que apenas estes deveriam, mas isso não significa que os que entrarem nesta fé não o devam. E segundo Paulo, nós (não judeus) fomos enxertados a Israel (Romanos 11) e os 144.000 que não passaram pela morte são das tribos de Israel (Apocalipse 7:4), ou seja, os cristãos são Israel.
Mas como saber que Deus mandara antes de Moisés que guardassem o sábado? Bem, não há essa ordem antes de Moisés explicitada na Bíblia, mas uma coisa é clara, o sábado já existia antes, a verdade, o sábado só é um dia mais novo que Adão e Eva (Gênesis 1:26-31; 2:1-3). Veja o que esse texto de Neemias relata sobre o sábado ao repetir a história da libertação de Israel do Egito:
Vejam que a discussão não só fica na questão do sábado, mas em seus mandamentos também. Veja que a lei é universal (Eclesiastes 12:13; Tiago 2:8-13; I João 3:24; Apocalipse 12:17; 14:12). Mas é o sábado. Teria alguma coisa falando que ele é apenas para os judeus?
Alguns dizem que sim, através da interpretação deste texto:
Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o SENHOR teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; por isso o SENHOR teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado.Este verso vem logo após da repetição do mandamento do sábado, num texto onde a voz de Moisés repete a lei de Êxodo 20:1-17. Esse contexto é muito importante, pois aqui Moisés fala com o povo liberto do Egito, ou seja, ele deixou o mandamento mais vivo para eles. Eles deviam guardar o sábado porque foram salvos por Deus, portanto deveriam obedecê-lO.
Deuteronômio 5:15
Outros já vêem no texto que ordena os "filhos de Israel" a guardá-lo (Êxodo 31:16) que apenas estes deveriam, mas isso não significa que os que entrarem nesta fé não o devam. E segundo Paulo, nós (não judeus) fomos enxertados a Israel (Romanos 11) e os 144.000 que não passaram pela morte são das tribos de Israel (Apocalipse 7:4), ou seja, os cristãos são Israel.
Mas como saber que Deus mandara antes de Moisés que guardassem o sábado? Bem, não há essa ordem antes de Moisés explicitada na Bíblia, mas uma coisa é clara, o sábado já existia antes, a verdade, o sábado só é um dia mais novo que Adão e Eva (Gênesis 1:26-31; 2:1-3). Veja o que esse texto de Neemias relata sobre o sábado ao repetir a história da libertação de Israel do Egito:
E o teu santo sábado lhes fizeste conhecer; e preceitos, estatutos e lei lhes mandaste pelo ministério de Moisés, teu servo.Veja que o sábado ficou conhecido dos Israelitas, mas o mesmo já existia, afinal, é ele o único sentido para que exista semana, e ainda de 7 dias. Agora atente-se ao mandamento:
Neemias 9:14
Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas [para que teu servo e tua serva descansem como tu].Mas Isaías deixam ainda mais claro que o sábado não é só do judeu:
Êxodo 20:10 e Deuteronômio 5:14.
Assim diz o SENHOR: Guardai o juízo, e fazei justiça, porque a minha salvação está prestes a vir, e a minha justiça, para se manifestar.
Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto; que se guarda de profanar o sábado, e guarda a sua mão de fazer algum mal.
E não fale o filho do estrangeiro, que se houver unido ao SENHOR, dizendo: Certamente o SENHOR me separará do seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que sou uma árvore seca.
Porque assim diz o SENHOR a respeito dos eunucos, que guardam os meus sábados, e escolhem aquilo em que eu me agrado, e abraçam a minha aliança:
Também lhes darei na minha casa e dentro dos meus muros um lugar e um nome, melhor do que o de filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará.
E aos filhos dos estrangeiros, que se unirem ao SENHOR, para o servirem, e para amarem o nome do SENHOR, e para serem seus servos, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem a minha aliança,
Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.
Assim diz o Senhor DEUS, que congrega os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram.
Isaías 56:1-8
Ficou claro agora que o sábado não é só para o judeu, israelita, árabe, mas sim para todo aquele que se une a Deus, não é?
O descanso (no sentido de cessar os serviços corriqueiros para se dedicar a Deus e sua obra, especialmente a de adoração) será uma prática eterna segundo o texto a seguir:
E será que desde uma lua nova até à outra, e desde um sábado até ao outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o SENHOR.Isaías 66:23
Que Deus abençoe a todos nós.
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Estudo anterior: 1-Dias de descanso.
Próximo estudo: 3-Domingo é o dia do Senhor?
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Estudo anterior: 1-Dias de descanso.
Próximo estudo: 3-Domingo é o dia do Senhor?
1-Dias de descanso
Ao primeiro dia haverá santa convocação; nenhum trabalho servil fareis.Levítico 23 fala das santas convocações de Deus, onde, alguns destes dias, eram separados para descanso. Eram feriados nacionais para dedicação a Deus e reflexão nos métodos de salvação que Deus queria apresentar ao povo. Eles caiam em qualquer dia da semana, pois seguiam o calendário judaico.
Sete dias oferecereis ofertas queimadas ao SENHOR; ao oitavo dia tereis santa convocação, e oferecereis ofertas queimadas ao SENHOR; dia de proibição é, nenhum trabalho servil fareis.
Estas são as solenidades do SENHOR, que apregoareis para santas convocações, para oferecer ao SENHOR oferta queimada, holocausto e oferta de alimentos, sacrifício e libações, cada qual em seu dia próprio;
Além dos sábados do SENHOR, e além dos vossos dons, e além de todos os vossos votos, e além de todas as vossas ofertas voluntárias, que dareis ao SENHOR.
Porém aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido do fruto da terra, celebrareis a festa do SENHOR por sete dias; no primeiro dia haverá descanso, e no oitavo dia haverá descanso.
Levítico 23:35-39
Mas estes dias de descanso eram diferentes do "sábado do SENHOR". Eram considerados não sábados de Deus, mas do povo. Atente-se ao seguintes verso:
É um sábado de descanso para vós, e afligireis as vossas almas...O contexto fala do dia da expiação, o famoso Yom Kipur, guardado pelos judeus até hoje, que pode cair em qualquer dia da semana. Note a semelhança com o verso seguinte:
Levítico 16:31
Sábado de descanso vos será; então afligireis as vossas almas; aos nove do mês à tarde, de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado.Veja que o ser humano tinha um sábado que era considerado dele (veja outra alusão em Levítico 26:35). Eram esses feriados. Até a terra tinha sábados considerados para ela. Na verdade o sábado da terra era de um ano, dependendo sempre do ano que começava o plantio (Levítico 25:4, 26:34).
Levítico 23:32
A palavra sábado vem do radical hebraico shabbat (šbt), que significa mais literalmente parar de trabalhar, cessar o que se está fazendo. Não seria diretamente descanso, pois não seria necessário estar cansado para se realizá-lo.
Assim, os dias de descanso são diferenciados na Bíblia através do uso desses possessivos. O sétimo dia, dia do descanso de Deus, é nomeado pelo próprio Deus como "meu sábado" (Êxodo 31: 13; Levítico19:30; Ezequiel 20:12 e 20) ou mais especificamente sábado do SENHOR (Êxodo 16:23 e 25; 20:10; Levítico 23:3, Deuteronômio 5:14), ganhando esses nomes por causa da clara referência ao "descanso" de Deus na criação do mundo (Gênesis 2:1-3).
Veja que no mínimo há três sábados distintos, sendo que o que claramente o 4º mandamento ordena a observância é a do chamado "sábado do SENHOR", sendo esse o do sétimo dia da semana.
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Introdução: O 7º dia e o sábado.
Próximo estudo: 2-O sábado é só para os judeus?
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
O 7º dia e o sábado
Alguns podem estranhar o título dessa postagem. A intenção dele e trazer a discussão o último conceito a respeito do sétimo dia e o descanso semanal.
Apesar do sétimo dia ser citado na Bíblia em outras ocasiões, as que claramente ficaram mais marcadas foram as referentes ao sétimo dia da criação divina, no qual Deus descansou, abençoou e santificou tal dia (Gênesis 2:1-3).
Na texto que descreve os dez mandamentos (Êxodo 20:1-17), lá está ele (v. 8-11), ganhando agora o nome de sábado. Neste texto, o sábado e o sétimo dia são indissociados:
A primeira igreja cristã a associar suas crenças no sétimo dia de descanso ao nome da mesma é a Igreja Batista do Sétimo Dia. Sua influência atingiu outros movimentos, sendo o principal deste a dos adventistas do sétimo dia. Hoje ainda há os dissidentes da Igreja Adventista, cristãos messiânicos e outros.
Há muita briga e rivalidade entre cristãos sabatistas e não-sabatistas, para vergonha de todo o meio. Muita literatura foi levantada e diversos estudos foram realizados. Discussão levada até para a questão da salvação pela fé ou pelas obras, incluindo a lei ainda estar vigente ou não. A última tentativa que notei a respeito da união da lei moral, que inclui o 7º dia, e o dia de descanso ficou no princípio de dissociar o descanso do sábado, sendo válido em qualquer intervalo de seis dias, sendo o sétimo de descanso. Por isso o título da postagem.
Gostaria de trazer esta discussão, mas não para magoar irmãos, ofender credos ou provar pontos de vista. Meu coração evitou o máximo trazer este tema por causa de sua polêmica entre os próprios irmãos de fé, mas creio que Deus não quer que eu fuja de coisas que estão na sua própria palavra.
O plano de estudo:
1-Dias de descanso
2-O sábado é só para os judeus?
3-Domingo é o dia do Senhor?
4-Jesus e o dia de descanso
5-Os apóstolos e o dia de descanso
6-...ninguém vos julgue pelo[s]... sábados...
7-O dia de descanso a partir do segundo século a.C.
O marcador para estes estudos será "dia de descanso".
Orem para que eu possa redigir estudos inspirado por Deus. Amém.
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Próximo estudo: 1-Dias de descanso.
Apesar do sétimo dia ser citado na Bíblia em outras ocasiões, as que claramente ficaram mais marcadas foram as referentes ao sétimo dia da criação divina, no qual Deus descansou, abençoou e santificou tal dia (Gênesis 2:1-3).
Na texto que descreve os dez mandamentos (Êxodo 20:1-17), lá está ele (v. 8-11), ganhando agora o nome de sábado. Neste texto, o sábado e o sétimo dia são indissociados:
Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus...Mas hoje ele está sendo dissociado. O sábado tornou-se um dos temas mais polêmicos da Bíblia, por sua associação anti-semítica aos judeus, esquecendo que o cristianismo é originado de judeus (veja a origem de Jesus e dos apóstolos).
v.10
A primeira igreja cristã a associar suas crenças no sétimo dia de descanso ao nome da mesma é a Igreja Batista do Sétimo Dia. Sua influência atingiu outros movimentos, sendo o principal deste a dos adventistas do sétimo dia. Hoje ainda há os dissidentes da Igreja Adventista, cristãos messiânicos e outros.
Há muita briga e rivalidade entre cristãos sabatistas e não-sabatistas, para vergonha de todo o meio. Muita literatura foi levantada e diversos estudos foram realizados. Discussão levada até para a questão da salvação pela fé ou pelas obras, incluindo a lei ainda estar vigente ou não. A última tentativa que notei a respeito da união da lei moral, que inclui o 7º dia, e o dia de descanso ficou no princípio de dissociar o descanso do sábado, sendo válido em qualquer intervalo de seis dias, sendo o sétimo de descanso. Por isso o título da postagem.
Gostaria de trazer esta discussão, mas não para magoar irmãos, ofender credos ou provar pontos de vista. Meu coração evitou o máximo trazer este tema por causa de sua polêmica entre os próprios irmãos de fé, mas creio que Deus não quer que eu fuja de coisas que estão na sua própria palavra.
O plano de estudo:
1-Dias de descanso
2-O sábado é só para os judeus?
3-Domingo é o dia do Senhor?
4-Jesus e o dia de descanso
5-Os apóstolos e o dia de descanso
6-...ninguém vos julgue pelo[s]... sábados...
7-O dia de descanso a partir do segundo século a.C.
O marcador para estes estudos será "dia de descanso".
Orem para que eu possa redigir estudos inspirado por Deus. Amém.
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Próximo estudo: 1-Dias de descanso.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Extermínio de povos/nações
Sempre quando assisto filmes que falam de genocídios ou então ouço sobre o ódio motivado por estereótipos, vem-me a mente as acusações que muitas pessoas fazem ao Deus bíblico por causa das suas ordens para o extermínio de nações inteiras.
Confesso que minha cabeça já doeu muito ao ler estes versos e ao ouvir também estas acusações, e sei que isto não acontece só a mim. Os versos bíblicos que falam do extermínio de outros povos, nações ou raças são muito dolorosos para nós, geração criada por uma mentalidade humanista (de forma alguma isso é um elogio).
A morte de inocentes sempre doerá em nossos corações, ao menos enquanto eles forem de carne. Mas nós não temos capacidade de julgarmos isto simplesmente por não podemos ver todos os lados, muito menos ler os corações das pessoas. Mas Deus pode, pois ele tem estas características (I Samuel 16:7; Jó 11:11; Salmo 37:18; 94:11; 139:3, 4; Eclesiastes 12:13 e 14; Daniel 2:22). Por isso mesmo Ele é chamado de "juiz de toda a terra" (Gênesis 18:25, Salmo 94:2), "juiz justo" (Salmo 7:11, Jeremias 11:20), ou seja, Deus é "o" Juiz:
Infelizmente, muitas pessoas se utilizam de argumentos ardilosos para justificarem beneficamente atos horríveis como os que aconteceram contra os judeus, testemunhas de Jeová, negros, ciganos, deficientes, homossexuais e outras minorias durante os anos da segunda guerra. Ateus militantes julgam que estes horrores são os mesmos que o próprio Deus bíblico mandara quando ordenara o extermínio de povos no passado.
Mas, como já vimos, há diferença. A própria Bíblia que mostrou estes massacres também mostra o padrão de vida e de amor que se deve viver entre os de sua comunidade israelita/cristã e os estrangeiros. É um padrão de amor e respeito. Deus promete pena de morte sim, mas para aqueles que insistem em fazer o mal. Dá uma lei para seus filhos e é grandemente misericordioso para os demais povos, mas claramente estabelecendo um limite (Gênesis 15:16; 2 Pedro 3:9-13).
A pergunta então é: como saber quando alguém está falando em nome de Deus ou por si mesmo? O padrão é a Palavra de Deus (Isaías 8:20). Ela que nós faz ter um coração de carne e compassivo ao próximo (Ezequiel 36:26; Mateus 5:39; Romanos 12:21).
O estudo sincero e puro da Palavra de Deus com certeza nos levará a ter muitos momentos de dor e reflexão, mas seu resultado, quando estudada de forma sincera e para encontrar a Deus, é um coração compassivo e amoroso, reconhecendo um Deus justo e misericordiosos para com todos.
Outra coisa que pode nos deixar tranquilos quanto a estes extermínios é que eles não estão mais em nossas mãos (como vimos na postagem "O Vingador de Sangue"):
Confesso que minha cabeça já doeu muito ao ler estes versos e ao ouvir também estas acusações, e sei que isto não acontece só a mim. Os versos bíblicos que falam do extermínio de outros povos, nações ou raças são muito dolorosos para nós, geração criada por uma mentalidade humanista (de forma alguma isso é um elogio).
A morte de inocentes sempre doerá em nossos corações, ao menos enquanto eles forem de carne. Mas nós não temos capacidade de julgarmos isto simplesmente por não podemos ver todos os lados, muito menos ler os corações das pessoas. Mas Deus pode, pois ele tem estas características (I Samuel 16:7; Jó 11:11; Salmo 37:18; 94:11; 139:3, 4; Eclesiastes 12:13 e 14; Daniel 2:22). Por isso mesmo Ele é chamado de "juiz de toda a terra" (Gênesis 18:25, Salmo 94:2), "juiz justo" (Salmo 7:11, Jeremias 11:20), ou seja, Deus é "o" Juiz:
Mas Deus é o Juiz: a um abate, e a outro exalta.Ou seja, Deus é o único que poderia aplicar a pena de morte de maneira justa e benéfica para o universo. Ele é o único que poderia calar o clamor da Terra por justiça a respeito do sangue inocente derramado, e o único que pode saber qual é verdadeiramente o sangue inocente (veja "O Vingador de Sangue" aqui).
Salmo 75:7Porque o SENHOR é o nosso Juiz; o SENHOR é o nosso legislador; o SENHOR é o nosso rei, ele nos salvará.
Isaías 33:22
Infelizmente, muitas pessoas se utilizam de argumentos ardilosos para justificarem beneficamente atos horríveis como os que aconteceram contra os judeus, testemunhas de Jeová, negros, ciganos, deficientes, homossexuais e outras minorias durante os anos da segunda guerra. Ateus militantes julgam que estes horrores são os mesmos que o próprio Deus bíblico mandara quando ordenara o extermínio de povos no passado.
Mas, como já vimos, há diferença. A própria Bíblia que mostrou estes massacres também mostra o padrão de vida e de amor que se deve viver entre os de sua comunidade israelita/cristã e os estrangeiros. É um padrão de amor e respeito. Deus promete pena de morte sim, mas para aqueles que insistem em fazer o mal. Dá uma lei para seus filhos e é grandemente misericordioso para os demais povos, mas claramente estabelecendo um limite (Gênesis 15:16; 2 Pedro 3:9-13).
A pergunta então é: como saber quando alguém está falando em nome de Deus ou por si mesmo? O padrão é a Palavra de Deus (Isaías 8:20). Ela que nós faz ter um coração de carne e compassivo ao próximo (Ezequiel 36:26; Mateus 5:39; Romanos 12:21).
O estudo sincero e puro da Palavra de Deus com certeza nos levará a ter muitos momentos de dor e reflexão, mas seu resultado, quando estudada de forma sincera e para encontrar a Deus, é um coração compassivo e amoroso, reconhecendo um Deus justo e misericordiosos para com todos.
Outra coisa que pode nos deixar tranquilos quanto a estes extermínios é que eles não estão mais em nossas mãos (como vimos na postagem "O Vingador de Sangue"):
Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens.Ou seja, esta justiça está em Cristo, não pertence mais a nós. Na verdade, nunca pertenceu. Só fomos instrumentos, mas o Juiz sempre foi Deus, e Ele não mais nos usará como espada para matar. Pertence a nós apenas fazer o bem. O próximo extermínio de povos será apenas no retorno de Cristo, e será o extermínio completo do povo que desprezou o convite divino no coração, realizado não por nós, mas por Ele (2 Tessalonicenses 1:7-9).
Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor.
Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça.
Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.
Romanos 12:18-21
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Vinho na Bíblia
Para quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem causa? E para quem os olhos vermelhos?Mais um assunto polêmico. Mas achei um bom estudo na internet para esclarecer melhor isto. Parecia ter sentido ao menos. É um artigo chamado "Um Estudo sobre o vinho na Bíblia" do pastor Nilton Bernini. Leia o artigo aqui.
Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando vinho misturado.
Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
No fim, picará como a cobra, e como o basilisco morderá.
Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração falará perversidades.
E serás como o que se deita no meio do mar, e como o que jaz no topo do mastro.
E dirás: Espancaram-me e não me doeu; bateram-me e nem senti; quando despertarei? aí então beberei outra vez.
Provérbios 23:29-35
Também há um artigo do pastor Demóstenes Neves da Silva intitulado "O vinho na Bíblia" aonde você pode encontrar um estudo sobre as palavras do Antigo Testamento usadas em diversas ocasiões. Veja este arquivo aqui.
Não me aprofundei muito nestes estudos, mas estes dois sites, principalmente o primeiro, parecem-me bem coerentes. Muitos cristãos e outros religiosos se embriagam e desgastam suas famílias e sociedades há milênios. O pior que nem sei se sou contra a ilegalização desta droga, pois isto só traria mais contrabando e lutas secretas, assim como já aconteceram muitas no último século quando portos americanos proibiam o uso do produto.
Ainda não consigo ver uma solução melhor para evitar estes males a não ser a abstenção destes produtos, pois o uso moderado não será moderado quando passarmos por uma amargura grande.
Se você não tem força para parar, ou pior, não quer parar, ore a Deus e discuta o problema com Ele. Acredite a cada dia que sua vida pode melhorar.
Deus te abençoe.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Anjos
Há muitas angelologias por aí, não é verdade? Vemos frequentemente diversas versões de anjos, sendo estes homens, mulheres e crianças com aspecto sereno, triste, radiante e até sedutor. Mas o que a Bíblia fala sobre os anjos?
Na Bíblia Hebraica a noção de anjo é um tanto confusa. A palavra hebraica para anjo é malach (ou mal’ak) que significa mensageiro, emissário, enviado. O Grego ággelos e o latino angelus tem o mesmo significado.
O uso desse significado que parece ficar um tanto confuso. Em diversos textos que essa palavra foi usada para seres sobrenaturais ela não teve um uso único. Algumas vezes foi usada se referindo ao próprio Deus, como vemos no caso das teofanias, e outras vezes para seres muito mais enigmáticos. Ao se acrescentar os textos do novo testamento ao estudo desses seres temos uma melhor ideia do que eles são, segundo a Bíblia. Vejamos alguns textos para entender o pouco que a Bíblia revela a respeito desses seres incríveis.
Os anjos são: seres criados por Deus (Salmo 148:2-5); não se reproduzem, ou seja, não fazem sexo (Mateus 22:30); são corpóreos (I Coríntios 15:44); são em maior número que nós (Apocalipse 5:11); tem capacidade de pecar (II Pedro 2:4), ou seja, são detentores de livre arbítrio como nós. Essa capacidade de pecar ou ser fiel faz com que eles se subdividam em duas grandes classes:
Mas a obra destes anjos são completamente diferentes. Vejamos primeiramente o que fazem os anjos bons: protejem, cuidam (Salmos 34:7; 91:11); servem de guarda (Gênesis 3:24); observam-nos (Eclesiastes 5:6; Mateus 18:10); são mensageiros (Lucas 1:19); testemunham (Daniel 7:10; Mateus 18:10); recolhem os justos no retorno de Jesus (Mateus 24:31). Em suma, os anjos bons são servos de Deus:
Outras curiosidades: Apesar de haver um grande número de figuras de anjos com feições femininas, a Bíblia não registra nenhuma aparição de anjo com aspectos femininos. Os querubins são descritos como anjos que ficam próximos do altar divino e como guardas do trono celeste na Bíblia. Nenhum anjo, fora os querubins, é descrito com asas. Muitas aparições de anjos foram comunicadas inicialmente apenas como aparições de homens. Os anjos existiam antes mesmo de qualquer ser humano morrer, ou seja, não são espíritos de mortos (Gênesis 3:24).
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Veja também "A queda de Satanás e seus anjos (Apocalipse 12)".
Na Bíblia Hebraica a noção de anjo é um tanto confusa. A palavra hebraica para anjo é malach (ou mal’ak) que significa mensageiro, emissário, enviado. O Grego ággelos e o latino angelus tem o mesmo significado.
O uso desse significado que parece ficar um tanto confuso. Em diversos textos que essa palavra foi usada para seres sobrenaturais ela não teve um uso único. Algumas vezes foi usada se referindo ao próprio Deus, como vemos no caso das teofanias, e outras vezes para seres muito mais enigmáticos. Ao se acrescentar os textos do novo testamento ao estudo desses seres temos uma melhor ideia do que eles são, segundo a Bíblia. Vejamos alguns textos para entender o pouco que a Bíblia revela a respeito desses seres incríveis.
Os anjos são: seres criados por Deus (Salmo 148:2-5); não se reproduzem, ou seja, não fazem sexo (Mateus 22:30); são corpóreos (I Coríntios 15:44); são em maior número que nós (Apocalipse 5:11); tem capacidade de pecar (II Pedro 2:4), ou seja, são detentores de livre arbítrio como nós. Essa capacidade de pecar ou ser fiel faz com que eles se subdividam em duas grandes classes:
E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.
Miguel é um personagem muito discutido no meio acadêmico. Seu nome vem do hebraico Michael (Mika’el) significando "quem é como Deus". Desta forma, só Jesus preencheria este requisito. Veja que Satanás, o diabo, é o Dragão e tem seus anjos (Mateus 25:41) e Jesus, os seus (Mateus 16:25). Em Judas 9, Miguel é identificado como arcanjo (chefe/principal dos anjos) sendo um ótimo titulo para Jesus também. Em I Tessalonicenses 4:16, Jesus é apresentado como tendo voz de arcanjo. Como esse são os únicos textos que falam de arcanjo, e pela palavra "arqui" como sufixo, possivelmente Jesus seja o único arcanjo que já existiu.Apocalipse 12:7-9
Mas a obra destes anjos são completamente diferentes. Vejamos primeiramente o que fazem os anjos bons: protejem, cuidam (Salmos 34:7; 91:11); servem de guarda (Gênesis 3:24); observam-nos (Eclesiastes 5:6; Mateus 18:10); são mensageiros (Lucas 1:19); testemunham (Daniel 7:10; Mateus 18:10); recolhem os justos no retorno de Jesus (Mateus 24:31). Em suma, os anjos bons são servos de Deus:
Então, o que são os anjos? Todos eles são espíritos que servem a Deus, os quais ele envia para ajudar os que vão receber a salvação.Já os anjos maus: transformam-se e se disfarçam (II Coríntios 11:14 e 15); lutam contra nós com intenção de roubar, destruir e matar (Efésios 6:11 e 12; João 10:10); e enganam (I Timóteo 4:1). No fim do milênio eles reunirão todos os seus seguidores para tomar a Nova Jerusalém (Apocalipse 20:1-9).
Hebreus 1:14 (Nova Tradução da Linguagem de Hoje)
Outras curiosidades: Apesar de haver um grande número de figuras de anjos com feições femininas, a Bíblia não registra nenhuma aparição de anjo com aspectos femininos. Os querubins são descritos como anjos que ficam próximos do altar divino e como guardas do trono celeste na Bíblia. Nenhum anjo, fora os querubins, é descrito com asas. Muitas aparições de anjos foram comunicadas inicialmente apenas como aparições de homens. Os anjos existiam antes mesmo de qualquer ser humano morrer, ou seja, não são espíritos de mortos (Gênesis 3:24).
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Veja também "A queda de Satanás e seus anjos (Apocalipse 12)".
domingo, 2 de janeiro de 2011
Contentes em permanecer nas trevas
"Em todos os que têm sido escolhidos para cumprir uma obra para Deus, vê-se o elemento humano. Todavia não foram homens de hábitos e caráter estereotipados, que estavam satisfeitos com permanecer naquela condição. Fervorosamente desejavam obter sabedoria de Deus, e aprender a trabalhar para Ele. Diz o apóstolo: "Se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada." Tia. 1:5. Deus, porém, não comunicará aos homens luz divina, enquanto estiverem contentes com permanecerem em trevas. A fim de receber o auxílio de Deus, o homem deve compenetrar-se de sua fraqueza e deficiência; deve aplicar seu próprio espírito na grande mudança a ser operada em si; deve despertar para a oração e esforço fervorosos e perseverantes. Maus hábitos e costumes devem ser repelidos; e é apenas pelo esforço decidido no sentido de corrigir tais erros, e conformar-nos aos princípios retos, que a vitória pode ser ganha. Muitos jamais atingem a posição que poderiam ocupar, porque esperam que Deus faça por eles aquilo que Ele lhes deu poder para fazerem por si mesmos. Todos os que se habilitam a ser úteis devem ser adestrados pela mais severa disciplina mental e moral; e Deus os ajudará, unindo o poder divino ao esforço humano."
White, E. G. Patriarcas e Profetas. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2003.
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